Se você sonha em fazer faculdade nos Estados Unidos e não sabe ao certo por onde começar, você chegou ao lugar certo. Muitos brasileiros têm esse sonho e acreditam que é impossível realizá-lo, mas estamos aqui para mostrar justamente o contrário.
Por isso, hoje vamos explicar tudo o que sabemos para você entrar em uma faculdade nos Estados Unidos: como é o processo de candidatura, quais provas são exigidas, como escolher entre tantas opções de universidades, quanto custa fazer uma graduação e como funcionam as bolsas de estudos americanas.
Antes de tudo, precisamos começar explicando as razões pelas quais você deveria cogitar a possibilidade de fazer sua faculdade nos Estados Unidos. Motivos não faltam! Mas vamos destacar aqui alguns para você:

A faculdade nos Estados Unidos é bastante diferente das universidades brasileiras. Uma das grandes distinções é que nos Estados Unidos, durante a graduação, é possível trocar de ideia sobre seu curso (major) sem precisar fazer uma transferência ou passar por um novo processo de candidatura. Inclusive, é bastante comum que alunos universitários americanos mudem de major durante a graduação.
Nos primeiros dois anos em uma faculdade nos Estados Unidos, os alunos se dedicam aos Core Courses, que são disciplinas gerais que servem de base para todas as áreas de formação, como inglês, ciências naturais, matemática, ciências sociais, entre outras.
Além de permitir que os alunos explorem diversas áreas e mudem de ideia com relação à sua formação, essa estrutura acadêmica também permite que um aluno de graduação se forme em mais de uma área, tendo um Double Major (duas áreas de formação principal) ou um Major e um Minor (uma área de formação principal e uma área de formação secundária, sendo que essas duas não precisam ter relação direta, como Business e Theater Arts, por exemplo.)
Outro aspecto que é bem diferente é o calendário acadêmico americano. Nas faculdades nos Estados Unidos, as aulas costumam começar no Outono (Fall), no início de setembro, e terminar no final de maio. Porém, apesar de o início do ano letivo ser bem depois do brasileiro, o processo de candidatura começa muito antes, já no segundo semestre do ano anterior ao ingresso.
As universidades costumam abrir suas candidaturas em agosto e o prazo máximo para o envio de todos os materiais necessários para a candidatura costuma ser no começo de janeiro do ano seguinte. Os alunos recebem respostas sobre suas candidaturas entre março e abril e os aceitos devem se matricular em maio para iniciar as aulas em setembro.
Agora que você já conhece um pouco sobre como funciona a faculdade nos Estados Unidos e já sabe os motivos pelos quais você deveria pensar seriamente em seguir com esse sonho, é importante entender quais são os primeiros passos para conseguir alcançar isso!
Enquanto no Brasil o que define o aceite de um aluno em uma instituição é sua performance em uma prova específica realizada uma vez no ano (o vestibular), nos Estados Unidos toda a trajetória acadêmica e pessoal do aluno (a partir o 9° ano do Ensino Fundamental II) é levada em consideração.
O processo de análise dessas candidaturas é holístico, ou seja, leva em consideração diversos aspectos do aluno e nenhum deles é decisivo por si só. Esse processo é realizado por profissionais da universidade, os admissions officers, que são treinados para avaliar o perfil de cada candidato e ver se ele se encaixa na instituição.
Portanto, se você quer estudar nas universidades mais seletivas dos Estados Unidos, precisa começar a se dedicar a isso a partir do 9° ano, descobrindo áreas de interesse e engajando em atividades extracurriculares, bem como mantendo excelentes notas na escola e tendo boas relações com seus professores.
Isso porque no processo de candidatura, serão exigidos alguns documentos e elementos importantes; Ah!, que irei falar em detalhes no próximo tópico. A PLS Prime pode ajudar você no processo e em como se preparar para ter a melhor candidatura possível. Entre em contato clicando aqui.
A performance acadêmica do aluno é uma das partes mais importantes do processo, pois mostra seu preparo para estudar naquela instituição. As universidades costumam falar em GPA (Grade Point Average), que é uma média acadêmica ponderada do aluno em uma escala de 0 a 4.0, porém não existe uma equivalência exata no sistema educacional brasileiro e as universidades compreendem que cada país tem seu sistema.
Como elas levam em consideração o desempenho nas disciplinas do 9° ano do Ensino Fundamental II até o 3° ano do Ensino Médio, a mudança de notas também é avaliada: Esse aluno melhorou durante os anos? Sempre teve um excelente desempenho? Ou só começou a se dedicar no 3° ano?
As atividades extracurriculares, como aulas de música, esportes e voluntariado, entre tantas outras, mostram para as universidades como o aluno investe seu tempo além do que é obrigatório na escola. É através delas que o candidato mostra seus interesses, paixões e o tipo de atividades às quais gosta de se dedicar.
As universidades americanas querem saber como o aluno irá agregar para a sua comunidade acadêmica dentro e fora de sala de aula.
Essas provas servem para que os admissions officers possam analisar o conhecimento acadêmico de cada aluno sob uma régua internacional. Ambas cobram conhecimentos de inglês e matemática, mas o ACT também tem um componente de raciocínio científico.
O SAT é oferecido pelo College Board e pode ser agendado no site. Já o ACT é uma empresa própria e o agendamento pode ser feito nesse site.
Ambas são realizadas no Brasil com alguma frequência (o SAT entre 5 e 6 vezes e o ACT 28 vezes ao ano) e são sujeitas a lotação. Portanto, é importante ter bastante preparo e organização para realizá-las antes da data de envio das candidaturas para as universidades americanas (application deadlines). Outro benefício de realizar as provas com antecedência é que você pode refazê-la quantas vezes quiser e puder antes do deadline.
Os scores e o tipo de prova solicitados ou aceitos irão variar dependendo da universidade. Inclusive, para nada existe uma regra fixa no processo de candidatura: cada faculdade nos Estados Unidos terá sua política própria com relação aos elementos exigidos e aceitos.
É importante mencionar que em 2020, diversas universidades americanas deixaram de exigir exames acadêmicos e passaram a ser test optional (quando o envio do teste não é obrigatório), mas esses continuam a ser considerados pela maioria das universidades e podem ser um fator determinante para atribuição de bolsas de estudo (saiba mais sobre as bolsas de estudos aqui).
Algumas universidades americanas aceitam o Enem, como a New York University (NYU) e a Temple University, mas o resultado do exame precisa estar disponível antes da data de candidatura e o envio da nota precisa ser oficial (diretamente de quem oferece a prova ou de alguma pessoa da escola do aluno com um e-mail corporativo).
Por ser um exame pouco aceito, o SAT e o ACT continuam sendo as opções mais recomendadas.
O nível de proficiência em inglês é um fator de extrema importância para ingressar em uma faculdade nos Estados Unidos porque avalia com precisão a capacidade do aluno de compreender o que está sendo ensinado em sala de aula e de interagir nos ambientes universitários.
Para que consigam saber o nível de inglês de cada aluno internacional, as instituições exigem a realização de provas como o TOEFL, o IELTS ou o Duolingo English Test (DET), que fazem essa avaliação e dão um score (nota) para cada aluno.
O score do TOEFL vai de 0 a 120 pontos, o do IELTS de 1 a 9 e o DET de 10 a 160. Cada universidade determinará quais testes de proficiência aceita e quais são os scores mínimos esperados.
Todas as provas têm validade de 2 anos. Para calcular esse prazo, leve em consideração a data de início do curso universitário.
Chamadas de personal essays, são redações que buscam dar voz ao aluno, permitindo que a universidade entenda quem ele é como pessoa e como ele se expressa.
As universidades determinam os temas com antecedência, normalmente em agosto do ano anterior ao ingresso, e o aluno tem até a data de candidatura para terminar de escrevê-la. O tamanho máximo desses textos é definido por número de palavras e cada texto tem o seu, dependendo da instituição que o pede.
A mais famosa dessas redações é o Personal Statement, também conhecida como CommonApp Essay, que é uma redação padrão em que o aluno fala sobre si, sua trajetória, seus interesses, desafios, entre outros assuntos, sem fazer relação direta com a universidade, pois esse material é enviado a todas as universidades adicionadas pelo aluno na plataforma de candidatura, como o CommonApp, que tem mais de 900 universidades cadastradas. O tamanho máximo dessa redação é de 650 palavras.
Outro tipo de redação é o das complementares, ou Supplemental Essays, em que o aluno fala especificamente sobre seu interesse por aquela universidade ou área de conhecimento. Essas redações podem ser desde respostas curtas de até 50 palavras a um texto sem limite de palavras, mas a média costuma ser de 250 palavras.
Durante o processo de avaliação dos candidatos, as universidades americanas também querem saber qual é a perspectiva que professores e a coordenação da escola têm de cada candidato.
Os professores têm o papel de mostrar como é esse aluno dentro de sala de aula: como ele lida com os obstáculos que se colocam em sua frente, se ajuda seus colegas que estão com dúvidas, se busca atividades além do obrigatório para expandir seus conhecimentos, como se porta em discussões, dentre tantos outros fatores.
Já a carta de recomendação da coordenação, ou counselor recommendation letter, deve ser feita por alguém que ocupa uma posição superior na escola e que pode falar sobre como esse aluno se destaca em comparação com todos os seus colegas e como se relaciona com todos os professores e todas as atividades acadêmicas oferecidas: Ele busca ajuda quando precisa? Está sempre envolvido em atividades acadêmicas e comunitárias? Consegue equilibrar todas as demandas escolares e sociais?
Todos os recomendadores precisam ser vinculados à escola (com exceção de cartas adicionais) e podem escrever as cartas em português, desde que sejam traduzidas para inglês antes do envio através da plataforma de candidatura. É importante lembrar que o candidato não pode ler ou alterar essas cartas, mas pode dar orientações sobre a estrutura e destacar alguns eventos e características que podem ser citados.
Todos os elementos e documentações acima compõem o quebra-cabeça da candidatura que juntos formarão a imagem do aluno, que será avaliada pela faculdade nos Estados Unidos.
Quer saber como a PLS Prime te ajuda a deixar esse seu quebra-cabeça mais completo e competitivo? Entre em contato clicando aqui.
Depois de saber sobre todo o processo de candidatura para uma faculdade nos Estados Unidos você deve estar se perguntando: mas eu consigo? Qual é a viabilidade real de ingressar em uma universidade americana?
A verdade é que o nível de dificuldade para aceitação vai depender do quão seletiva é a instituição (o percentual de candidatos que é aceito) e o quão competitiva é a sua candidatura (desempenho acadêmico, notas em exames, atividades extracurriculares, cartas de recomendação, etc.).
Por isso é muito importante fazer uma avaliação realista do seu perfil para se candidatar para universidades que você quer muito estudar, mas pelas quais também tenha chances de ser aceito.
Para isso, é importante saber os tipos de instituições de ensino superior que existem nos Estados Unidos!
Community Colleges são instituições que oferecem cursos superiores de 2 anos, os Associate’s Degrees, e permitem transferência para colleges/universities de 4 anos.
Já as Colleges/Universities de 4 anos são instituições em que o aluno pode conseguir um bacharelado assim como um mestrado e um doutorado.
Antigamente existia uma diferença mais direta entre colleges e universities de 4 anos, isso porque colleges não ofereciam cursos de pós-graduação, como mestrados e doutorados, mas hoje em dia muitas delas também oferecem esses cursos, porém mantiveram seus nomes por tradição. Atualmente os termos college e university são usados como sinônimos.
Tanto as Community Colleges quanto as Colleges e Universities podem ser públicas ou privadas, mas sempre serão pagas.
A principal diferença entre instituições públicas e privadas nos Estados Unidos é que nas instituições públicas o governo do estado financia parte dos custos com dinheiro arrecadado por impostos e, portanto, existe um valor diferente para alunos cujas famílias tenham contribuído com impostos para aquele estado. Esse valor é chamado de In-State Tuition enquanto o valor para alunos de fora do estado (internacionais ou não) é chamado de Out of State Tuition. Já nas instituições privadas não existe essa distinção e o Tuition é o mesmo independentemente de onde aquele aluno é.
Com relação ao prestígio das instituições e sua excelência, não existe nenhuma relação direta entre ela ser pública e ser renomada e vice-versa. Inclusive, algumas das universidades americanas mais conhecidas são instituições privadas, como Harvard, Stanford, Princeton e Yale.
Ivy League é um termo usado para fazer referência a um grupo de 8 universidades renomadas no noroeste dos Estados Unidos:
Todas são instituições extremamente seletivas, com taxas de aceite abaixo de 10%, e que ocupam altas posições em rankings. Para que um aluno seja aceito em uma dessas universidades, sua candidatura deve estar extremamente forte: excelente desempenho escolar, notas ótimas nos exames, forte engajamento comunitário, entre outros fatores.
Para escolher a faculdade nos Estados Unidos para a qual se candidatar, você precisa pensar em quais são as prioridades para você: Você quer uma universidade com muitas oportunidades de convivência com colegas? Você gosta mais de salas menores ou maiores? Você gosta de participar ativamente das aulas ou prefere apenas ouvir? Existe alguma atividade com a qual gostaria de se envolver ou na qual gostaria de se aprofundar? Você prefere climas mais quentes ou mais frios, ou quer ter as quatro estações do ano bastante definidas?
Esses e outros fatores vão te ajudar a construir a sua College List, ou seja, a lista de universidades para as quais irá se candidatar.
O recomendado é que essa lista tenha entre 8 e 12 instituições e que todas elas sejam universidades onde você amaria estudar e cujos custos caibam no orçamento da sua família ou que ofereçam bolsas de estudos que permitam que caibam.
Para construir uma lista balanceada, no entanto, é importante dividi-las em três categorias: Dream, Target e Safety.
Universidades Dream são aquelas com taxa de aceitação de até 25%, já as Target são aquelas com 26% a 60% de probabilidade de aceite e as Safety são as com taxa de aceitação acima de 60%.
Para aumentar ainda mais suas chances de aceite em uma faculdade nos Estados Unidos, sua lista deve ser composta por menos universidades Dream e mais Target e Safety universities.
Para começar sua busca, recomendamos o BigFuture, uma plataforma de busca de instituições oferecida pelo College Board, responsável pelo SAT.
Nessa plataforma, você poderá buscar por instituições usando critérios como: seletividade, tipo de instituição (Community College ou College/University de 4 anos, tamanho, se é pública ou privada, etc.), localização, áreas de estudo e custos.
Conheça instituições e visite o site delas para entender melhor seu processo de candidatura e suas exigências e se organizar com relação a tudo o que você precisará fazer para se candidatar a tempo.
O objetivo do nosso trabalho na PLS Prime é auxiliar você a encontrar as melhores instituições para o seu perfil e a montar sua College List. Entre em contato com a gente, clicando aqui.
O investimento em uma faculdade nos Estados Unidos varia muito de acordo com alguns fatores principais: qual é o tipo de instituição (Community College ou Universities e Colleges de 4 anos), se ela é pública ou privada e sua localização (região e estado).
Quando se fala em custos das universidades americanas, existem dois valores a serem considerados: o Tuition e o Cost of Attendance.
Tuition x Cost of attendance
O Tuition é o valor anual cobrado apenas pelas aulas, sem contar taxas, moradia, alimentação, livros, entre outros custos.
O Cost of Attendance é a soma do Tuition com os outros gastos necessários para se estudar naquela instituição durante um ano.
Segundo um levantamento, a média de custos de Tuition é de 25.620 dólares para uma universidade pública de 4 anos e de 34.740 dólares para uma universidade privada. Em oposição, o Tuition médio de uma Community College pública é de 8.622 dólares e de 15.460 para uma Community College privada.
Do ponto de vista financeiro, estudar em uma Community College durante dois anos e depois fazer transferência para uma College ou University para a conclusão dos dois anos finais do bacharelado é uma excelente escolha (esta opção é comumente chamada de 2+2). Principalmente se seu nível de inglês não estiver muito alto e você prefere não ter que fazer o SAT ou ACT, já que os únicos pré-requisitos para aceite em Community Colleges são que o aluno tenha concluído o Ensino Médio e que tenha uma base de inglês (cada instituição determinará o score mínimo a ser obtido).
Nos Estados Unidos, existem 4 tipos principais de bolsas de estudos: As federais, as estaduais, as institucionais e as externas. Saiba mais sobre cada uma delas nesse post completo da PLS Prime sobre o assunto!
Quando falamos de alunos brasileiros, que são alunos internacionais (não têm cidadania americana), as bolsas federais e estaduais não são válidas (se a bolsa exigir o preenchimento do FAFSA – Free Application for Federal Student Aid , essa bolsa não é para você) e as oportunidades mais significativas estão nas bolsas institucionais, que são aquelas dadas pelas próprias universidades.
As bolsas institucionais podem ser baseadas na identidade do aluno (nacionalidade, etnia, religião, gênero, etc.), na necessidade financeira de sua família, em seu mérito acadêmico, ou em seu talento esportivo ou artístico.
Cada faculdade nos Estados Unidos determina quais bolsas oferecer, quem são os alunos elegíveis e até quanto dos custos universitários essas bolsas podem cobrir.
Não é possível saber se você vai conseguir uma bolsa e de quanto ela será até que você se candidate para a universidade, complete toda a documentação necessária para a candidatura e para a bolsa, e receba uma comunicação direta da instituição sobre o valor atribuído.
Para ter mais detalhes sobre quais bolsas são oferecidas e qual é o processo para candidatura a elas, sempre verifique o site de cada universidade na parte de Financial Aid e Scholarships/Grants para International Students.
Um termo muito famoso para bolsas de estudos é o full-ride scholarship, que é quando uma bolsa cobre todos os custos para estudar nas universidades americanas, desde o deslocamento até o campus até a alimentação e moradia na instituição. Essas bolsas são extremamente raras e apenas possíveis quando a universidade tem uma política de bolsas muito generosa e combina necessidade financeira e o mérito acadêmico do aluno.
Na maior parte das vezes, para receber uma bolsa que cubra absolutamente tudo, o aluno precisa ser excepcional academicamente e não ter condições financeiras de contribuir com nenhuma parte de seus custos.
As bolsas mais comuns são aquelas que cobrem parte do Tuition, podendo ser de 100 dólares ao ano até full tuition, que é quando o aluno não precisa pagar pelo custo das aulas, mas ainda precisa custear taxas e despesas com alimentação, moradia, entre outros.
Em resumo, os diferentes tipos de bolsas se complementam para cobrir parte dos custos dos estudos na faculdade nos Estados Unidos, mas, com raras exceções, o candidato ainda terá que custear uma parte considerável de seus estudos.
E se você leu nosso post “Os 4 tipos de bolsas de estudo nos EUA”, você já sabe tudo sobre as bolsas de estudo para entrar em uma faculdade nos Estados Unidos. Agora, que tal saber um pouco mais sobre a possibilidade de trabalhar enquanto estuda em uma universidade americana?
A resposta é: sim! Uma outra forma de ajudar a custear seus estudos nos Estados Unidos é o trabalho remunerado dentro do campus da sua universidade. Com um visto de estudante, você tem direito a trabalhar por até 20 horas semanais durante o ano letivo e até 40 horas semanais durante as férias, sempre dentro do campus.
Falando em visto, você deve estar se perguntando sobre tirar o visto para estudar em uma faculdade nos Estados Unidos, certo? Então fica de olho no próximo tópico!
Você não precisa ter um visto americano para poder se candidatar para universidades americanas, pois usará sua documentação brasileira nesse processo.
Apenas depois de ter sido aceito em uma universidade americana se iniciará o processo de obtenção de visto de estudante, que será utilizado para entrar nos Estados Unidos.
A universidade se responsabiliza por gerar o I-20, documento necessário para o início do processo, e o enviará para o aluno, que deve dar continuidade aos passos seguintes para a obtenção do visto.
Se você chegou até aqui já sabe bastante sobre todo o processo de candidatura, os documentos necessários, como funcionam as bolsas de estudo e pode estar se perguntando se ter cidadania de outro país pode ser um fator que influencie positivamente ou negativamente no seu processo de ingresso em uma faculdade nos Estados Unidos. Por isso esse é o nosso próximo tópico!
A não ser que você tenha cidadania americana, nada muda no seu application process, isso porque você continuará sendo um aluno internacional se candidatando para uma faculdade nos Estados Unidos.
Os candidatos que têm cidadania americana são elegíveis a bolsas federais e estaduais e não precisarão passar pelo processo de obtenção de visto de estudante, e, dependendo da universidade, podem não ser considerados alunos internacionais, sendo isentos da prova de proficiência, por exemplo.
Se você for um cidadão americano e quiser confirmar essas especificidades, verifique sempre como cada faculdade nos Estados Unidos determina quem é aluno internacional.
No caso da North Carolina State University, uma universidade pública no estado da Carolina do Norte, por exemplo, para a candidatura, candidatos internacionais são aqueles que não são cidadãos ou não têm um Green Card. Já para a Barnard College, uma universidade apenas para mulheres vinculada à Columbia University, define alunas internacionais como aquelas que são cidadãs de outros países e foram educadas fora dos Estados Unidos, assim como cidadãs americanas educadas fora dos Estados Unidos e cidadãs de outros países que foram educadas nos Estados Unidos.
Para finalizar, queremos fazer você saber que, a PLS Prime – Service oferece o auxílio que você precisa. Ajudamos, instruimos e o acompanhamos você nos passos, para garantir uma melhor candidatura sua possível, para ingressar em uma faculdade nos Estados Unidos.
Nos especializaremos em cada caso, para ter como objetivo preparar e orientar vocês alunos do Ensino Médio no processo de candidatura para faculdade nos Estados Unidos. Nos dê o credito, para trabalharmos em prol do reconhecimento da sua candidatura, de forma planejada e didática, com encontros em grupo e individuais, sempre online e ao vivo.
Agende seu atendimento conosco, clique aqui.
Agora que você já sabe bastante sobre como estudar em universidades americanas e a PLS Prime – Service pode te ajudar nesse processo, o sonho de fazer uma graduação nos Estados Unidos está bem mais próximo de você, não acha?
Olá, posso ajudar?